Neurociência e a Aprendizagem de Idiomas

Por 14 de julho de 2018Auding Idiomas
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fonte: rawpixel.com

Já foi comprovado que a aprendizagem de uma nova língua apresenta uma série de benefícios psicológicos duradouros. De um lado, uma boa parcela das pessoas apresentam maior resistência e encaram o processo como algo desestimulante – e por fim, perdem o interesse. Para outras, que encaram como desafio e como meta para atingirem seus objetivos, alcançam resultados supreendentemente positivos.

 

Em entrevista dada à Revista Exame, a neurocientista Carla Tieppo revela: “A velocidade com que cada indivíduo adquire domínio sobre uma língua está atrelada a múltiplos fatores. Um deles é a disposição psicológica para o aprendizado. Você pode, por exemplo, deixar que esse processo seja contaminado pela vergonha e pelo medo da exposição. Uma outra postura, mais produtiva, seria estar aberto à tentativa e ao erro, sem impor a si próprio a obrigação de dominar tudo de cara. Quem tem mais facilidade para línguas costuma ter muita curiosidade e enxergar o aprendizado como um desafio, e não como como um teste. Também é preciso mencionar o papel das habilidades cognitivas de cada pessoa.”

 

A Neurociência Cognitiva está ajudando pessoas no mundo todo a aprender novas línguas, especialmente o inglês, através de metodologias que forçam o cérebro a entender e memorizar as palavras através de exercícios simples.

 

A aquisição da linguagem é um processo de longo prazo pelo qual as informações são armazenadas no cérebro, tornando-as inconscientemente apropriadas ao uso oral e escrito. A aprendizagem de línguas é um processo consciente de aquisição de conhecimento que precisa de supervisão e controle por parte da pessoa. Isso significa prática, uso no dia a dia, repetição. Essa é a neurociência sendo usada a seu favor.

 

Exercícios precisam ser colocados em prática para que o processo de aprendizagem se torne mais interessante e gradativo. Veja abaixo algumas orientações:

 

Utilize expressões de diferentes idiomas:

Ao se comunicar, utilize expressões na língua estrangeira sempre que possível na sua rotina, mesmo que seja entre frases em português. Quanto mais você praticar a língua em situações do dia a dia, mais rápido fará parte do seu vocabulário, até o ponto em que você vai falar palavras na outra língua de maneira natural, sem a necessidade de tradução.

 

Estude conteúdos no idioma:

Estudar todos os dias, da mesma forma, pode ser entediante para algumas pessoas. Seria mais produtivo aprender sobre culinária francesa em uma aula ministrada inteiramente no idioma, ao invés de estudar como se chamam os alimentos em francês.

 

Pratique a Ginástica Cerebral:

Foi constatada a capacidade de mutação do cérebro de um adulto. Antes, a teoria geral pregava que uma vez formado na infância e na juventude ele não mudava mais. Esta noção abriu as portas para conceitos importantes, como o de ginástica cerebral, que aumenta a reserva cognitiva. “Em sujeitos com uma reserva cognitiva maior, as conexões entre os neurônios são mais fortes e diversificadas”, afirmou Breno Diniz, psiquiatra da universidade Federal de Minas, em artigo para uma revista.
Ginástica Cerebral é toda atividade que tira o cérebro da zona de conforto, criando novas conexões neurais e melhorando sua performance. E facilita muito o aprendizado!

 

Um post no nosso Blog explica melhor sobre a Ginástica Cerebral e seus benefícios, confira em:

http://www.auding.com.br/ginastica-cerebral-os-beneficios-fisicos-e-mentais-na-aprendizagem-de-um-novo-idioma/

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